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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Natal

Só queria dizer, meninas, que para mim, o Natal é a melhor época do ano. É claro que todos nós curtimos bastante por conta da comida, dos familiares por perto, das ruas iluminadas e tudo mais, mas não podemos nos esquecer do verdadeiro sentido do Natal: O nascimento de Jesus. Mesmo que ele não tenha nascido exatamente nesse dia, o natal é para comemorar isso, então, não vamos nos esquecer desse significado importante. Um beijo para todas vocês, um feliz natal, um feliz ano novo e tudo de bom. 

Harry:

Saí da cozinha com um chocolate quente em mãos e caminhei até a sala. Meu marido Harry e meu filho Jake estavam terminando de arrumar a nossa árvore de Natal. Me sentei em uma poltrona, colocando minhas pernas em cima da mesma, e fiquei observando eles, enquanto bebericava minha bebida quentinha.

-Não acha que colocaram muito brilho nessa árvore, não? -Comentei, sorrindo de leve.
-Não acha que está muito abusada, não? -Harry me encarou, sorrindo- Não ajudou a gente direito e ainda fica julgando nossa árvore. O que podemos fazer com ela, filho? -Virou para meu filho de 10 anos, que riu.
-É mesmo, mãe, você devia ter ajudado mais a gente -Afirmou.
-Eu juro que tentei, mas vocês só sabem fazer bagunça -Me expliquei- Olha como está essa sala! -Fiz eles olharem em volta, e eles fizeram uma careta ao olhar o espaço- Espero que saibam que quando acabar a árvore, vão arrumar tudo isso.
-Ahhh, mãe -Jake murmurou e se jogou em cima de mim.
-"Ah" nada, Jake! -Respondi, rindo- Você e seu pai vão arrumar a sala toda, porque ainda temos que tirar a foto de família natalina.
-Isso é castigo -Meu marido afirmou, e já estava colocando algumas luzes dentro das caixas de papelão, onde guardávamos os enfeites.
-Castigo sou eu ter que olhar essa bagunça de vocês -Disse e eles acabaram rindo. Jake foi ajudar o pai a arrumar as coisas, e eles não demoraram muito para acabar.

Pedi para que Harry posicionasse nossa câmera, e assim ele fiz. Subi e peguei nossos moletons natalinos. Quando desci, joguei a peça de roupa para ele, que rapidamente vestiram, assim como eles.

-Digam "X" -Harry disse, e depois de apertar um botão, veio correndo até nós, tomando seu lugar. E assim, saiu nossa foto de família natalina.

Niall:

Eu e minha mulher nunca gostamos muito de passar Natal na casa de outras pessoas, mesmo que elas sejam nossos familiares. E esse ano não seria diferente, ainda mais que S/n está grávida. Porém, os nossos familiares passariam aqui, como sempre.

Depois de muita insistência de minha mãe e da mãe de s/n, ela subiu para descansar, pois já havia ajudado em muita coisa. Subi com ela, que estava reclamando por não querer subir, e sim continuar ajudando. Ri, sozinho por isso e ela percebeu.

-Que foi? -Perguntou.
-Esse vai ser o quinto natal que passo com você, e você continua a mesma reclamona de sempre que quer ajudar nos preparativos da ceia -Sorri.
-Não continuo a mesma, amor -Ela riu também- Agora estou grávida.
-Ah, mas foi uma mudança maravilhosa, então a gente releva -Beijei a testa dela, que riu de leve- Pior seria se fosse uma mudança ruim, certo?
-Certíssimo -Ela concordou, abraçando minha cintura, e eu a abracei por cima de seus ombros, apoiando meu queixo em seus cabelos.
-Agora pare de ser teimosa e descanse -Beijei seus cabelos.
-Queria ajudar... -Ela murmurou, emburrada.
-Você não pode amor, está grávida e não tem que ficar fazendo muito esforço -Expliquei.
-Exatamente, estou grávida, não doente, poxa! -Reclamou, mais uma vez e sem seguida bufou. Ri de novo. Ela nunca mudaria.
-Nossas mães dão conta, amor -Tentei mais uma vez- Agora descanse, ok?
-Só se você ficar aqui comigo -Pediu manhosa e eu não queria, nem podia negar aquele pedido maravilhoso.
-Vai ser um prazer -Respondi e ela riu.
-Você tá fugindo da sua obrigação de fazer a sobremesa -Fiz uma careta.
-Eu nem sei fazer aquela budega -Ela gargalhou- Prefiro ficar aqui com você.
-Eu te amo, Niall -Disse e eu tive mais uma prova de que a minha esposa é a mais fofa que existe.
-Eu te amo muito mais... -Respondi, e então, deitamos na cama, e adormecemos, esperando que o horário da ceia chegasse.

Louis:

-FALA, FAMÍLIA LINDAAAAAA! CHEGUEI PRA AGITAR ISSO AQUI! -Meu marido Louis gritou, assim que chegou na casa da família dele, me fazendo rir com o jeito escandaloso dele de ser. Johannah riu, abraçando-o rapidamente e o desejando um feliz aniversário. Em seguida, pegou Mark, meu filho de dois aninhos do colo de Louis, o enchendo de beijos. Sorri com aquela cena.
-Oi, querida! -Johannah me cumprimentou, ainda com Mark no colo, enquanto Louis foi falar com os outros familiares dele. Cumprimentei os que estavam naquele local, depois subi e fui falar com as irmãs de Louis, eu estava morrendo de saudades delas, que quando me viram quase me derrubaram no chão!

Depois de um tempo, eu e Louis nos sentamos no sofá, assistindo algum musical natalino que passava na TV, junto com outras pessoas que também estavam na sala.
-E então, como foi de viagem? -O marido de Johannah puxou assunto.
-Até que a estrada estava calma para essa época do ano -Louis respondeu e eu concordei com um aceno de cabeça.
-Que ótimo, porque acho que se demorassem mais um segundo, mamãe surtaria por vontade de ver Mark -Lottie entrou no assunto, fazendo todos rirem.
-Me conta de você, pirralha -Louis se referiu à Lottie- Nada de meninos, né? -Fez cara de bravo.
-Finge que não ouviu isso, Lottie -Aconselhei- Você pode namorar, sim, ok? Só preciso que me apresente ele para ver se ele presta para você. -Disse e ela sorriu.
-Pode namorar coisa nenhuma! -Meu marido se meteu outra vez, fazendo nós duas rirmos.
-Louis, sua irmã já está na idade de namorar -Tentei dizer.
-Nada disso, só depois dois 30 -Respondeu- Está escutando, né, Lottie? Depois dos 30.
-Nada disso, Lottie! -Me meti também.
-S/n! -Louis me repreendeu e eu o encarei.
-LOUIS! -Repeti o mesmo ato que ele, fazendo Lottie gargalhar.

Minha sogra chegou depois de alguns minutos com Mark e ele veio para meu colo, onde ficou sentado, brincando com meu cordão. Phoebe e Daisy ficaram brincando com ele, tirando umas boas gargalhadas dele.

Depois de um tempo, Mark simplesmente dormiu no meu colo, e Johannah pediu para que eu colocasse ele no quarto dela. Eu deixei, não ia ficar segurando ele durante toda a noite.

-Bota ele no meu! -Félicité pediu, fazendo Louis rir.
-Pode ser -Respondi sorrindo e ela bateu palminhas animada. Me levou até o quarto dela, e em seguida, deixamos Mark lá. Descemos e o pessoal já estava indo ceiar.
-Senta do meu lado, s/n -Lottie pediu, me indicando a cadeira vazia.
-Não, senta aqui no meu lado -Doris pediu também.
-Deixem ela sentar aqui comigo -Murmurou Phoebe e então eu ri.
-Hey, vocês estão dando mais atenção para a minha esposa do que eu, que sou o próprio irmão de vocês E AINDA É MEU ANIVERSÁRIO -Louis disse, fingindo estar bravo e fazendo as meninas rirem- E a s/n vai sentar do MEU LADO. -Gritou as duas últimas palavras e elas começaram a fazer careta para Louis, o que fez todos em volta da mesa rirem.

Liam:

Desci as escadas, encontrando minha esposa com seu moletom vermelho natalino sentada no sofá, enquanto falava com alguém no telefone. Sorri e desci as escadas, sentando ao lado dela, que logo se aconchegou em meus braços.

-Sim, mamãe, estou morrendo de saudades também -Ela respondeu rindo- Manda um beijo para todos aí e diga que eu desejo um feliz Natal para todos, ok? Sim, sim, está tudo ótimo, uhum... -Murmurou- Ok, também te amo, beijos.

-Minha mãe mandou um beijo -Me avisou e eu sorri.
-Quando falar com ela novamente, diga que eu agradeci, e mande outro -Respondi.
-Pode deixar... Sabe, eu acho que prefiro passar o natal aqui, com você do que com todos os nossos familiares juntos -Admitiu, fazendo carinho na minha barriga, enquanto eu mexia delicadamente em seus cabelos macios- É bem mais confortável, tranquilo...
-Concordo plenamente. Só nós dois, nesse friozinho gostoso, abraçadinhos... -Apertei ela ainda mais, fazendo-a rir pelo nariz- Não tem como passar o Natal de uma forma melhor.
-Que bom que concorda comigo... Mas podemos comer agora? -Perguntou e eu ri.
-Achei que não ia perguntar.

Sentamos na mesa para dois que preparamos juntos mais cedo e começamos a saborear aquelas delícias natalinas que também havíamos preparado juntos.

-Essa torta está quase igual a da minha mãe -Ela comentou, depois de ter comido um pedaço- Quase... -Reforçou, e então rimos. Olhei no relógio, e então disse:
-Feliz natal, meu amor... -Ela sorriu, e se levantou, vindo em minha direção para um beijo.

Zayn:

-Esse vestido tá bom, né? -Perguntei à Zayn, enquanto dava uma voltinha na frente dele.
-Meio curto, não acha? -Fez uma careta- Quando compramos, sua perna não ficava tão a mostra assim... -Reclamou e eu revirei os olhos.
-Mas vamos com esse mesmo, amor -Afirmei- Estamos atrasados e eu não aguento mais trocar de vestido por tua causa.
-Eu vou mesmo ter que aturar aqueles seus primos tarados olhando para suas pernas? -Ele bufou e eu ri.
-Fala sério, Zayn, ciúmes dos meus primos? Eles não olham para a minha perna -Concluí.
-Olham, sim! Até parece que você nunca percebeu isso! -Falou, pegando a carteira e dando uma última ajeitada no cabelo.
-Primo não pode, Zayn, esqueceu? -Disse, tentando acalmá-lo.
-Pode, sim, já fiquei com uma prima minha do Texas -Deu de ombros, como se fosse a coisa mais normal a se dizer. Ele realmente havia me dito aquilo? Encarei-o, incrédula.
-Precisava ter me dito isso? Pois agora que eu vou com esse vestido mesmo! -Disse, pegando minha bolsa e saindo do quarto.
-S/n, veja lá o que você vai fazer, hein. Não precisa me provocar por ter dito aquilo, desculpa, eu só tô com medo... -Ele me fez parar de andar.
-Medo de quê, Malik? -Indaguei, confusa.
-De te perder para esses seus primos bonitões -Admitiu com a voz baixa e eu achei aquilo a coisa mais fofa do mundo.
-Você já confiou mais em você mesmo, amor -Cheguei perto dele e fiz carinho em suas bochechas- Fica tranquilo, você não vai me perder, e muito menos para os meus primos. Isso nunca passou pela minha cabeça -Fiz uma careta e ele riu, me dando um selinho.
-Tudo bem, dona s/n -Afirmou, abrindo aquele lindo sorriso que ele tinha, e me puxou para a garagem da nossa casa- Faltam cinco minutos para meia noite, sua família vai nos matar.

Disse, e então gargalhamos, seguindo em direção a casa dela. A família dela com certeza ia dizer algo sobre sermos um casal sempre atrasado.

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